Olá, leitores!
A resenha de hoje foi uma leitura que me causou uma certa ressaca literária, espero que vocês tenham a oportunidade de ler, porque a obra já está super indicada.
A Rainha Vermelha se passa em um mundo distópico e é narrado por Mare Molly Barrow. No mundo em que ela vive as pessoas são divididas pela cor do sangue: há os prateados, que possuem poderes e governam os países, e os vermelhos são os serviçais que servem aos prateados e por isso são pobres.
A resenha de hoje foi uma leitura que me causou uma certa ressaca literária, espero que vocês tenham a oportunidade de ler, porque a obra já está super indicada.
A Rainha Vermelha se passa em um mundo distópico e é narrado por Mare Molly Barrow. No mundo em que ela vive as pessoas são divididas pela cor do sangue: há os prateados, que possuem poderes e governam os países, e os vermelhos são os serviçais que servem aos prateados e por isso são pobres.
Foto do Minha Vida Literária
Nesse cenário Mare tem de roubar para sustentar a família, e vez ou outra o amigo Kilorn. Quando ambos, se veem ameaçados de serem convocados para o exército de um país que está em guerra, Mare começa a roubar para pagar a sua fuga e a de Kilorn. Ao tentar roubar um forasteiro, ela é pega, mas ele o ajuda e após isso, misteriosamente, ela consegue um emprego no Palácio de Verão Real, onde descobre, que apesar de ser uma vermelha possui poderes, assim como os prateados. Então, Mare tem de assumir a identidade de uma prateada, negando com grande angústia as suas origens, mas nunca as abandonando.
Victoria Aveyard em seu enredo
se usa de características que são marcantes de outros enredos, como, por
exemplo, Divergente, Jogos Vorazes, A Seleção, etc. Por isso algumas vezes ficavam dúvidas sobre a originalidade do enredo, você se deparava com a questão: será
que esses aspectos são caraterísticas do gênero ou, na verdade, isso foi algum
tipo de cópia?
Porém, no desenvolver do
romance ela traz na visão da Mare um panorama diferente, que não é
exageradamente apaixonado ou frio demais. Na minha experiência de leitura, e
consegui aproveitar muito mais do contexto social, que para mim é chave da distopia,
do que o romance, que do começo ao fim foi algo secundário. A Mare é convicta do que quer, por isso ela
sempre busca enfatizar isso. Mesmo na hora dos sacrifícios. Mas isso não
garante que ela vá sempre fazer a coisa certa, longe disso.
Apesar dos pontos negativos do
enredo, a Victoria Aveyard soube criar cenas que fugissem do que o leitor quer
e espera. E soube conciliar uma escrita que apesar de ser simples, objetiva e
fluida, nos leva a reflexão. Por causa disso, eu atribui a nota 4 e estou aguardando
ansiosamente pela sequência da trilogia.













